quinta-feira, 28 de outubro de 2010

capitaldepoesia.blogspot.com


VEJA SE CONSEGUE FALAR, MAS, POR FAVOR, SEM RIR
 
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Célia, os dois Lucianos e canjeiros, todas as quintas-feiras no Restaurante Massa&Cia (Clodoaldo.)




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ESSA VONTADE - Patrícia Jamayka

O Registro Cultual de Patrícia Jamayka no Restaurante Bella Carne teve a participação de Rony Oliveira, Vicente de Paula e do, também cantor e compositor, Carlos Silva (Carlinhos Pastor). 
O restante das fotos e dos vídeos serão postados gradativamente. 
Assim, por hora, veja o vídeo da Belíssima música da artista. 
Pelos comentários do público presente, o repertório do CD da INICIATIVA EM FAVOR DA CULTURA FIDELENSE vai ser de primeira qualidade. Confira no vídeo abaixo.


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terça-feira, 26 de outubro de 2010

RONY OLIVEIRA GRAVA PELA INICIATIVA EM FAVOR DA CULTURA FIDELENSE

"DE DENTRO DE NÓS"
Estamos compondo uma bela história cultural nesta cidade. Venha para o nosso lado, cultura só faz bem!
 

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O BLOCO SAI DA MINHA ABA FAZ FESTA NA PRAÇA


 Sei que o Silvio, dono do Bloco, é grande, forte e fala grosso. E daí?! Vai ficar chateado por eu não ter colocado a foto dele para ilustrar esta postagem, mas no Blog mando eu. Entre a foto dele e a das gatinhas de ébano, é claro que fico com a delas.E quem não me dará razão?

No vídeo abaixo, o sucesso "Pedir Socorro", de fundo para o restante das fotos; e um dedinho de "Pés no Samba" 



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Vicente de Paula canta, na festa do Sai da Minha Aba, "Deixa eu te ter", música lançada pela INICIATIVA EM FAVOR DA CULTURA FIDELENSE, tomada pela Sala de Ensaio e alguns comerciantes locais.


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Seguindo a linha do pagode, acabamos por dar uma passadinha no aniversário do Bubu, lá na Lapa fidelense!
                          Olha o que deu para Registrar.


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Atelier Coreográfico - Arte&Dança

       Os professores de dança Lorena, Letícia  e Dudu comungam com a Sala de Ensaio, nas ações para movimentar a cultura fidelense.


No vídeo abaixo, a professora Letícia Louzada fala sobre dança, São Fidélis e seu espetáculo, no Colégio estadual, neste final de semana.

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O professor de Dança de Salão, da Arte&Dança, se apresenta no evento de Iniciativa em favor da Cultura, no Restaurante Bella Carne. Show de bola! Veja o vídeo abaixo.

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A nova poesia fidelense, brota com força.

NÃO HÁ MAIS TEMPO

 Não há mais tempo
De brincar com o sereno
De com os tolos fazer coro
Sorrir disfarçando o choro
Bebi do meu próprio veneno.

Não há mais tempo
Nem de um sonho pequeno
Tal qual vadiar na praça
Engasgar-se com uma cachaça
Bebi do meu próprio veneno.

Não há mais tempo
Nem mesmo de um simples aceno
E esta vontade louca
Morrer colado em sua boca
Que é o meu próprio veneno.


                                     Carlinhos Pastor



INSANIDADE COMPULSÓRIA

Lamento no pátio
frio e sombrio
estilhaçam a madrugada!

Gargalhadas, gritos aflitos.
Palavrório, cantoria.
-Inferno !
Engolem a manhã lúcida.

Convivem no pátio
harmônicas loucuras
estritamente convencionadas.
( Oh! Mórbido silêncio !)

Que vós sentis afinal
estátuas de pedra
atônitas, paralíticas?

Junto ao muro alto e branco
freme, geme, torce, contorce
a copa da amendoeira descabelada...

Na mesa, triste e muda,
a flor pendida na jarra...
( Oh! Mórbido silêncio ! )

                                              Pedro Emílio JR. jan/2009



ENQUANTO O VIA LONGE

Enquanto o via longe,
tentava me aproximar;
assim, bem de mansinho,
para não te assustar.
E cada vez que me aproximava,
sentia-o feito água
escorrendo entre os dedos,
fugindo de minhas mãos.
Então, eu molhava meu rosto
e tentava de novo,
atendendo ao coração
que gritava, que urrava,
implorando por socorro.
Só queria que meus olhos
buscassem vê-lo de novo;
que meu corpo arrepiasse
com o toque de suas mãos;
que meu sangue borbulhasse
com um beijo de paixão.
Mas você estava longe,
longe do meu mundo,
longe da minha vida,
fiquei perdida...
E tentando me encontrar
esbarrei em você:
tão fácil, tão perto,
tão alcançável, pensei,
chegou a minha vez.
Vi você se aproximando...
E parecia tão frágil,
vulnerável, carente,
bem ali na minha frente.
E eu que tinha todo aquele amor,
que há tanto guardava,
de repente, suspirava
com uma ponta de esperança.
Ressurgia feito fênix.
Renascia! Que ironia!
Você vem se aproximando
e eu temente, recuando,
não sei se por medo de novamente sofrer
ou de ser feliz de novo.
É tudo tão confuso...
Sinto-me uma borboleta rondando o próprio casulo.
Não consigo partir,
mas não me deixa ficar;
e agora que o vejo perto,
meu mundo fica deserto,
nunca pôde me amar.
      
                                        Patrícia Jamayka

MEU AR

Meu Ar se perdeu
Quando meus olhos
em sua direção, em chamas se ardeu
Meu Ar se perdeu
Quando minha boca
na tua, por sede bebeu

Falte-me Ar
E não volte
Mate-me sem Ar em teus braços
Mas não me deixe sem o teu cais
Ares fatais

Meu cálido coração
Torna-se cálice em teus abraços
“Envolvam-se amantes corpos
Sem procurar razão alguma”
Disse o Amor
“Não durma”.

                                Matheus Gaudard Lopes


RETICÊNCIAS

Na vida que se consome percebo que,
Em toda a ação e reação,
Esse teatro não tem solução.
Tento abrir os olhos, mas estou cego.
Tento ouvir, porém não tenho audição.
Esse teatro de papéis invertidos,
Que por ventura deveria ser divertido,
É de plena solidão e desgosto.
No mundo, se está sozinho!
Na vida não há mais sentido!
Poucos se deliciam em banquetes...
E muitos outros para fazer este banquete.
Por mais que se busque a plenitude do ser,
O materialismo será sempre a certeza que posso ter
Para um viver,
Outros mil devem morrer!
Será que o humano está nos planos?
Ou será que a humanidade vai se esvaindo
Através da dor e do engano?

                                    Carlos Willian Raposo

POR AMAR, POR VIVER

As lágrimas que saem dos sonhos 
e escorrem até o peito causando uma dor imensa.
Que não consegues dimensionar.
Hoje vejo prazer em quem faz isso.
Distante do mundo, o cansaço não gera sono, palavras tão pesadas, a TV não tem graça.
Dispenso elogios, renego cumprimentos, perco novamente a esperança.
Nada é capaz de convir ou insinuar a melhora.
Essa tempestade não passa.
O sono não chega.
Só me lembro de dois dias atrás, magia, necessidade, amor, não sei.
Agora seu tempo não serve pra mim.
Amanhã fujo do mundo o mais cedo possível, só pra tentar não passar por isso de novo.
A freqüência disso me corrói.
É esse o preço que pago por respirar.

                                                          Thiago Shappoka


 










quinta-feira, 7 de outubro de 2010

MIGUEL NADER E CONVIDADOS, NO CLUBE DE LEÕES


O Clube de Leões de São Fidélis, mais uma vez, trouxe, com sucesso, o ator purezense Miguel Nader, agora, com seus convidados: o já conhecido Rafhael; o portador de visão subnormal Jéferson Farias; o escritor de livros infantis e contador de piadas  Tuca Pantaleão; e a participação especial da fidelense Carol. A Sala de Ensaio esteve lá e trouxe uns trechinhos, para quem perdeu ficar com água na boca, arrepender-se e não perder os próximos espetáculos.
Ver a arte prestigiada, da forma que vimos, nos enche de expectativas, pois temos comprovado através dos Registros Culturais que temos feito, que esta cidade é possuidora de muitos talentos, e a nossa cultura só precisa de prestígio. Segue, então, também, junto aos vídeos dos Globais, unzinho dos Charadas.

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terça-feira, 5 de outubro de 2010

INICIATIVA EM FAVOR DA CULTURA FIDELENSE

"DEIXA EU TE TER"
Vicente de Paula

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80 anos da professora e Poetisa Maria de Luordes Pires Ribeiro

A festa de aniversário da professora e poetisa Maria de Lourdes Pires Ribeiro, feita pelos filhos Mitoerley e Ângela, foi um momento para não esquecer.
A homenagem mais que merecida, no dia 03 de setembro, no Porto dos Galettos, contou com a presença e pronunciamento emocionado dos amigos, como o padre Vicente (com ela na foto), além de apresentações artísticas do universo musical fidelense, como a de Olinda. Não fosse o fato da gripe que impediu a filha da aniversariante cantar, a festa seria ainda mais perfeita. Parabéns à, para nós amigos, D. Maria, pelos seus oitenta anos. Que fique Registrado. 


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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Los Fenomenais no Bella Carne

A vida noturna fidelense pegou fogo no Restaurante Bella Carne na vésperá das eleições. Pela platéia presente, eles: Lipa, Marcinho, Adriano e Edinho estariam tocando até agora. O nosso desejo é que a música fidelense tenha espaço no repertório de músicos como esses. A saber, "Deixa eu te ter" de Vicente de Paula, por enquanto, pois vem muito mais músicas fidelenses por aí.Rony Oliveira já começou a gravar.
Segue então, da noite no Bella Carne, vídeo imperdível. 




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Essa Vontade - Patrícia Jamayka


Vivo essa vontade de viver você
Vivo essa vontade de lhe encontrar
Vivo essa saudade desse seu olhar
Não olha mais para mim
Fazer o quê!
Foi você quem quis assim
Eu vou viver!

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Tem tanta coisa pra eu fazer agora
Um mundo novo pra explorar lá fora
A saudade vai ficar aqui no peito
Foi você quem quis assim
Fazer o quê!
Não tem mais jeito
Mas se ouvir essa canção e relembrar nós dois
E pulsar o coração
Não deixe para depois
A saudade vai ficar aqui no peito
Se você quiser voltar
Ainda lhe aceito

sábado, 2 de outubro de 2010

Quem patrocina a cultura merece aplausos! É o caso de Torresmo.

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Léo Coutinho no Massa&Cia

De onde vem o nome da coluna Teen?
Embora na ocasião da montagem do site da coluna o Igor Brito tenha me dado esse presente, que é a junção do meu nome ao da coluna “Léo Couteen”, tanto o nome quanto a coluna foram criados por Bárbara Lopes, por quem fui escolhido  para herdar o come-morado espaço no Jornal Folha da Cidade.
Só se dá, sem medo, o status de cultura a uma prática que possua no mínimo dez anos, como se sente sabendo que a coluna Teen  agora é oficialmente cultura fidelense?
Apesar de que, muita gente não trata a coluna social como cultura, por mais que esteja ali toda a cultura social: casa-mentos, festas de 15 anos, a beleza jovem fidelense que é o caso da Teen...  Muitas histórias pas-sam por esses dez anos, um exemplo aqui é o Moysés que hoje é casado, cujo filho batizei.
(Ronaldo interrompeu para dizer que os hieroglifos, cultura egípcia tão pesquisada devido a relevância para a história do mundo, já tratavam da vida social da época.)
Em São Fidélis, poucas coisas duram tanto tempo, o que você diz sobre isso?
Não basta da noite para o dia dizer que vai montar algo, tem que gostar, amar o que faz. Estou envolvido com esses afazeres desde a época da adolescência quando havia aqui o Grupo Show de Arte do meu amigo Matheus Faro, do qual considero até hoje a minha segunda família. E que venham mais dez, vinte, trinta anos, eu estou fazendo o que gosto (aplausos).
Conheci você, fazendo faculdade de fisioterapia, hoje é fotógrafo, promoter, colunista, entendedor de moda... Foi uma mudança consciente ou uma transforma-ção, natural e imperceptível?
Adorei fazer fisioterapia enquanto estava fazendo, só que a fotografia aconteceu na minha vida. Meu aprendizado vem do Nixon (ex fotógrafo do Folha da Cidade) e Cristina Costa. E à medida que a coluna foi crescendo, os desfiles, o reconhecimento social, o grupo de amigos e as festas, que, após a primeira, deixei a produção aos cuidados do meu já irmão Augusto Barcelos.


(Ao microfone, Augusto, que produziu a sétima, oitava, nona e décima festa da Coluna, disse que a maravilhosa pessoa somada ao carisma explica o sucesso de Léo e terminou desejando-lhe ainda mais sucesso.”)

Entre tantas habilidades, há entre elas uma profissão principal, a que te sustente?
Vivo um pouco de cada uma delas e também sou funcionário da Prefeitura, trabalho no Projovem (CRAS).
Houve cursos, aprendizado sistemático?
A única coisa que estudei foi fisioterapia, o resto foi na escola da vida, por exemplo, moda foi através da vivência com Patrícia Barcelos, Carlos Guilherne e Ronaldo Barcelos.

(Muito aplaudida por uma declaração curta mas contundente foi  a legítima pagodeira Carla Fratani que cantou para o etrevistado o seguinte trecho musical “A amizade nem mesmo o poder do tempo poderá destruir / quero chorar o teu choro / quero rir teu sorriso / valeu por você existir, amigo.)

O que se ganha sendo um colunista social em São Fidélis?
Muitos amigos. Inimigos também, pois tudo faz parte. Mas sou muito grato aos amigos porque devo tudo a eles. Há coisas que o dinheiro não pode comprar. Eu sou orgulhoso porque acompanho o Folha da Cidade desde quando era feito por recortes, hoje ele circula em oito municípios: Cambuci, Itaocara, Cardoso Moreira, Italva, Aperibé, Miracema, São José de Ubá... Através do Jornal, fiz grandes amigos nesses lugares... (Emoção seguida de choro e aplausos). Além da minha família, Benedito é um paizão para mim. Não me abriu uma porta, mas uma casa.
Fiz muitos amigos... O Rodriguinho da Banda Zona Sul, vencedora do Garagem do Faustão, postou em seu orkut que a minha coluna faz parte a trajetória deles, por isso eu era convidado especial para o lançamento do seu DVD. 

(Ronaldo Barcelos disse que o maior talento de Léo, além de ser verdadeiro, amigo, transparente, é a falta de medo. Fazer uma festa imensa, para aproximadamente mil pessoas, e sequer alguém empurrar alguém. “Isso é coisa sua, do seu talento para o sucesso, coisa que não se estuda para aprender. Um beijo em sua alma.” (Aplausos).)
Existe um critério para ser clicado por Léo Couteen?
Existe. O jornal é dividido em quatro colunas, o objetivo da minha é a beleza jovem, e sou obediente a isso. Embora faço trabalhos profissionais extra jornal, para quem quiser me contratar.
As pessoas cobram ser destacadas na referida coluna?
Muito. Tenho tido até uns probleminhas quanto a isso. Dia desses uma pessoa me parou ironicamente para agradecer pelos dez anos de coluna sem nunca ter publicado uma foto dela. Então, como sempre, reafirmei-lhe, por força, o propósito do meu trabalho.

(Quem também se manifestou foi a colaboradora deste Aline Reis que falou sobre os encontros de verão e também Luciana, a outra fotógrafa do Folha da Cidade, que a fizemos representar o Benedito Damião, que por motivos de viagem não pode estar presente. Luciana falou da longa amizade e ilustrou seu relato com uma confusão que Léo, faminto que estava, conseguiu confundir uma travessa de quibe com uma de brigadeiro e se decepcionou quando colocou o salgado na boca: “Irc...! É quibe! Lect..!”)

(Quem deu mesmo um show foi  Wildra Brito, ao contar que, quando criança, participou do I (e único) Garota Linha, promovido por Léo Coutinho, com iluminação, ornamentação , maquiagem, comissão julgadora e tudo. Evento realizado à beira linha férrea, perto da entrada do Barreiro, onde moravam. Wildra não quis assumir, mas, sem querer fazer fofoca, há quem diga que ela foi a vencedora e guarda a faixa de Garota Linha até hoje. O ilário vídeo do depoimento de Wildra está, na íntegra, no capital de poesia.blogspot.com)

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(Helma Lúcia destacou a capacidade que o padrinho de sua filha tem de captar, com a câmera, a alma das coisas, o fato de ter deixado uma profissão segura de fisioterapeuta para ser fotógrafo; a capacidade que ele tem de só dizer sim; e mais o talento, e criatividade, e persistência, e sinceridade confundida com ignorância...
Ilustrou com o tombo que o colunista levou na cachoeira do Recreio e ficou sete dias se recuperando em casa aos cuidados dela, já que o pai do acidentado não recebeu a notícia com cara boa. “Aí, eu que já conhecia o Léo comilão, o que só liga a cobrar e e etc, passei também a conhecer o Léo chato.”)

(Quem foi ao microfone representar a galera da coluna que estava presente foi a última Garota Exposi-ção, Gabriela Oliveira, que, no concurso, representou a Teen, por um pedido muito firme do colunista. “ Léo é tudo de bom! Um amigão! Adoro-o e sinto muito orgu-lho de nossa amiza-de”.
Ao que o Colunista disse que pelo carinho e admiração que nutre por essa galera (Teen) fechada com ele, até brigar o faz se for preciso.)

(Já a Patrícia Barcelos usou a fábula da ostra, que sofre intensamente para se formar e se fechar, mas traz uma perora dentro de si e atribuiu a Léo tal natureza.)

Como foi a festa de comemoração dos dez anos?
A festa de 10 anos foi um momento único. Eu comecei a  me emocionar às três horas quando vi os convites esgotados. Foi muito bacana subir no palco e ver aquela legião de pessoas, fruto de uma dedicação de dez anos.    
E do seu envolvimento com o carnaval?
Sempre gostei de samba. Minha primeira experiência com carnaval de rua foi com o Bloco das Pepitas. Eu e Wildra. Coroados é minha vida. Devido a alguns desenten-dimentos temporais aqui, estive na Ipuca por alguns anos, mas quando a Valéria Voltou à presidência, me recebeu de braços abertos e fizemos vários carnavais.
Independente de diretoria, o que eu puder fazer por esta escola vou fazer, pois quem faz carnaval é comunidade.
O carnaval em São Fidélis está em fase de crescimento e resolvendo seus problemas de burocracia, estamos caminhando para ser o melhor da região.